Foto: Divulgação/ PSDB
O ex-governador de São Paulo Alberto Goldman (PSDB) morreu neste domingo (1º) aos 81 anos em São Paulo. O político estava internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, desde o dia 19 de agosto. Quando foi internado, Goldman passava por um procedimento para tratar um câncer e passou mal.
O ex-governador iniciou sua carreira na política na década de 1950. Passou pelo MDB antes de se filiar ao PSDB, em 1997. Foi governador de São Paulo e vice-governador na chapa de José Serra, ministro de Estado do ex-presidente Itamar Franco e exerceu, na interinidade, a presidência nacional do PSDB.
Durante as eleições de 2018, Goldman declarou apoio ao então candidato Paulo Skaf (MDB) ao governo do Estado de São Paulo, adversário de Doria (PSDB). O político também apoiou Fernando Haddad (PT) na corrida presidencial. Na época, chegou a ser expulso do partido, decisão que não foi concretizada pela diretoria nacional do PSDB.
Neste ano, Goldman voltou a criticar o governador Doria por homenagear policiais militares que mataram 11 suspeitos de um assalto a banco em Guararema. Na ocasião, em entrevista ao portal UOL, afirmou que era uma característica “clara de um fascista”. “Essa é a política do Doria. É matar para dizer que ele é duro, que é forte, que é macho”, disse o ex-governador.
Em nota, o governador João Doria lamentou a morte de Goldman e manifestou condolências à viúva, aos filhos, netos e amigos. Ele decretou luto oficial de três dias no Estado.
O corpo do ex-governador de São Paulo Alberto Goldman está sendo velado, nesta segunda (2) na Assembleia Legislativa do estado (Alesp). A cerimônia deve ir até as 13h30, quando será transportado para o Cemitério Israelita do Butantã, na zona oeste paulistana, onde ocorrerá o enterro, às 15h.
